- Mensagens: 36
- Faça Login para contactar este utilizador Enviar MP a este utilizador
The blue pill or the red pill?
Menos
Mais
Música
Discussão Geral
23 maio 2026
199
Publicado por
jazzevedo
Durante anos acreditámos que os fenómenos virais nasciam naturalmente da internet. Uma música explodia porque era boa, um vídeo tornava-se popular porque as pessoas gostavam dele, e uma tendência aparecia porque milhões de utilizadores a partilhavam espontaneamente. Mas hoje a realidade é bastante diferente.
Existe actualmente uma indústria inteira dedicada a fabricar viralidade artificial nas redes sociais. Empresas especializadas são contratadas por músicos, bandas, editoras, marcas e influencers para manipular algoritmos e fazer parecer que determinado conteúdo está a tornar-se viral de forma orgânica.
O processo é simples mas extremamente eficaz. Essas empresas pegam numa entrevista, videoclip, podcast ou música e transformam-no em dezenas — ou até centenas — de pequenos clips preparados especificamente para TikTok, Instagram Reels, YouTube Shorts e X. Depois espalham esses vídeos através de múltiplas contas falsas, criadas. prepositadamente.
Quando os algoritmos detectam vários conteúdos semelhantes a gerar actividade ao mesmo tempo, começam automaticamente a promovê-los para milhões de pessoas reais. O utilizador comum acredita que descobriu algo popular “por acaso”, quando na verdade está a assistir a uma campanha cuidadosamente construída.
O artigo dá como exemplo a banda de rock Geese, cuja presença online foi amplamente impulsionada através deste tipo de estratégia. Pequenos clips da banda começaram a aparecer constantemente nos feeds, criando a sensação de que estavam subitamente “em todo o lado”. Esse efeito não aconteceu apenas por acaso — fazia parte de uma máquina de promoção moderna baseada em algoritmos e manipulação de atenção.
O mais impressionante é que estas campanhas já não são algo marginal. Tornaram-se parte normal da indústria musical e do marketing digital. Muitas bandas e artistas conhecidos recorrem hoje a empresas especializadas em “clipping” e engenharia de viralidade para aumentar alcance, criar buzz e influenciar conversas online.
O que parece popular é simplesmente impulsionado artificialmente. O que parece uma tendência espontânea afinal é publicidade disfarçada. The blue pill ot the red pill?
Ler o artigo completo: www.msn.com/en-us/music/news/the-feed-is-fake/ar-AA23gAsO
Existe actualmente uma indústria inteira dedicada a fabricar viralidade artificial nas redes sociais. Empresas especializadas são contratadas por músicos, bandas, editoras, marcas e influencers para manipular algoritmos e fazer parecer que determinado conteúdo está a tornar-se viral de forma orgânica.
O processo é simples mas extremamente eficaz. Essas empresas pegam numa entrevista, videoclip, podcast ou música e transformam-no em dezenas — ou até centenas — de pequenos clips preparados especificamente para TikTok, Instagram Reels, YouTube Shorts e X. Depois espalham esses vídeos através de múltiplas contas falsas, criadas. prepositadamente.
Quando os algoritmos detectam vários conteúdos semelhantes a gerar actividade ao mesmo tempo, começam automaticamente a promovê-los para milhões de pessoas reais. O utilizador comum acredita que descobriu algo popular “por acaso”, quando na verdade está a assistir a uma campanha cuidadosamente construída.
O artigo dá como exemplo a banda de rock Geese, cuja presença online foi amplamente impulsionada através deste tipo de estratégia. Pequenos clips da banda começaram a aparecer constantemente nos feeds, criando a sensação de que estavam subitamente “em todo o lado”. Esse efeito não aconteceu apenas por acaso — fazia parte de uma máquina de promoção moderna baseada em algoritmos e manipulação de atenção.
O mais impressionante é que estas campanhas já não são algo marginal. Tornaram-se parte normal da indústria musical e do marketing digital. Muitas bandas e artistas conhecidos recorrem hoje a empresas especializadas em “clipping” e engenharia de viralidade para aumentar alcance, criar buzz e influenciar conversas online.
O que parece popular é simplesmente impulsionado artificialmente. O que parece uma tendência espontânea afinal é publicidade disfarçada. The blue pill ot the red pill?
Ler o artigo completo: www.msn.com/en-us/music/news/the-feed-is-fake/ar-AA23gAsO
Faça Login ou Criar conta para enviar uma resposta.
Publicado por
SBSR
Mas esta questão não é nova. Lembro-me que nos anos 90 os Polo Norte tinham uma música que fazia parte de um anúncio da Wella (produtos para cabelo). E o que fez a Wella? Comprou todos os discos dos Polo Norte e claro, influenciou a sua posição no Top de Vendas. Por isso estas estratégias sujas e pouco recomendáveis acontecem desde sempre! Hoje em dia só estão mais sofisticadas e mais generalizadas.
Faça Login ou Criar conta para enviar uma resposta.

