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40. Spiritbox – Tsunami Sea
Para fãs de: Jinjer, Architects, Loathe
Depois de surgir como um dos grandes nomes do Metal nos últimos anos, os Spiritbox acertam de novo com Tsunami Sea. Sem soar repetitiva, a banda encontra direções ousadas em músicas como “Soft Spine” e “Perfect Soul”, sempre focando em criar uma atmosfera mesmo quando traz os riffs mais potentes. Courtney LaPlante segue como o destaque do grupo, aprendendo cada vez mais a controlar a direção da música com sua voz.

39. Biffy Clyro – Futique
Para fãs de: Muse, Foo Fighters, Queens of the Stone Age
Fazer o chamado “Rock de Arena” soar único é algo bem difícil, e uma receita que o Biffy Clyro domina há anos. A banda escocesa não foge de grandes refrões, mas acerta mais uma vez ao trazer elementos únicos – seja na dinâmica, na mudança de compassos ou na capacidade de unir melancolia ao sentimento quase Pop, Futique é (mais) uma aula do grupo sobre como fazer um álbum que pode ser cantado a plenos pulmões ou escutado em momentos íntimos.

38. Amaarae – Black Star
Para fãs de: Tems, Kali Uchis, Rema
Com uma sonoridade mais madura do que nunca, BLACK STAR vê Amaarae unir mundos distintos entre a experimentação e a leveza e ousadia dos hits. “Fineshyt” é um exemplo do primeiro caso, com uma pegada mais intimista; “FREE THE YOUTH”, por outro lado, tem um foco mais dançante e é perfeita para ser ouvida em uma boate. Os clipes também são um destaque à parte!

37. Perfume Genius – Glory
Para fãs de: ANOHNI, Sufjan Stevens, Weyes Blood
Glory é um disco carregado de tensão e risco, reforçando a identidade de Perfume Genius como um especialista em vulnerabilidade. Ao mesmo tempo intimista e ambicioso, o trabalho alterna momentos quase sussurrados com explosões discretas; o trabalho de dinâmica é uma aula, fugindo de refrões óbvios para focar num tom confessional, sofisticado e corajoso.

36. Nourished by Time – The Passionate Ones
Para fãs de: Yves Tumor, Blood Orange, The Weeknd
Imagine o início da carreira de The Weeknd, na sua fase mais sombria, explorando sonoridades mais experimentais ainda e com uma pegada mais optimista. O resultado é The Passionate Ones, álbum que soma influências indo desde o R&B mais tradicional até o Yacht Rock; aqui, Marcus Brown – ou Nourished by Time – aposta numa pegada nostálgica, como se fosse uma fotografia antiga que te transporta para um momento que talvez você nem sequer tenha vivido, mas consegue imaginar de maneira vívida.

35. Beirut – A Study of Losses
Para fãs de: Sufjan Stevens, Andrew Bird, Fleet Foxes
Muito associado a uma estética passada, os Beirut parecem ter encontrado uma nova fórmula após seus sucessos meteóricos do início da carreira. A Study of Losses parece um conjunto de anotações musicais, com os arranjos tipicamente delicados da banda chegando mais texturizados do que nunca e recheados de detalhes que intrigam o ouvinte. Aqui, a melancolia é encarada como algo bonito e a solidão como algo necessário e, à sua própria maneira, charmoso.

34. A Day to Remember – Big Ole Album Vol. 1
Para fãs de: Four Year Strong, The Used, Bring Me the Horizon
Fazer o que se faz de melhor é uma receita subestimada para o sucesso. Big Ole Album Vol. 1 é exatamente isso: aqui, o A Day to Remember não foge do estilo que os consagrou, repetindo receitas e fórmulas que talvez, para alguns, já tenham chegado à exaustão. Por outro lado, serve também como uma viagem nostálgica e, acima de tudo, divertida para quem se dispõe a se desprender de uma constante busca por algo novo e revolucionário e entende que, às vezes, arroz com feijão é tudo que precisamos.

33. Mdou Moctar – Tears of Injustice
Para fãs de: Jack White, King Gizzard & The Lizard Wizard, Khruangbin
Tears of Injustice nada mais é do que uma nova versão, acústica, de Funeral for Justice, disco lançado pelo sempre ótimo Mdou Moctar em 2024. O “relançamento”, se é que assim podemos chamá-lo, oferece um novo olhar para as canções deixando de lado os riffs agressivos e chamando atenção para as letras. Não à toa, lyric videos com as traduções das composições são uma peça fundamental do trabalho, que aborda questões complexas com as quais o público brasileiro certamente pode se identificar.

32. Playboi Carti – MUSIC
Para fãs de: Lil Uzi Vert, Travis Scott, Future
Um dos lançamentos mais aguardados do Rap internacional nos últimos tempos, MUSIC eleva o nível de Playboi Carti. Antes colocado por muitos uma prateleira abaixo dos grandes nomes, o rapper reforça seu status vanguardista com experimentações sonoras ousadas, que não soam saturadas mesmo com 30 músicas na tracklist.

31. Laufey – A Matter of Time
Para fãs de: Norah Jones, Weyes Blood, Fiona Apple
O talento inquestionável de Laufey brilha mais do que nunca em A Matter of Time. Sua habilidade para moldar o Jazz em algo que não apenas soa Pop mas conversa com uma geração pouco acostumada ao género é fantástica. Ela faz isso usando uma linguagem sensível, com faixas como “Lover Girl” e “Silver Lining” chamando a atenção por criar uma elegância sem esforço, ao mesmo tempo clássica e contemporânea.