Bem vindo(a)!

O MERCADO SONORO é uma plataforma gratuita de PROCURA & OFERTA de músicos... e não só.
Está no caminho certo para concretizar o seu projecto.
Boa sorte!

FECHAR
ABRIR

30. Ghost – Skeletá
Para fãs de: Alice Cooper, Blue Öyster Cult, Mercyful Fate
O Rock de arena está muito vivo em 2025 e Skeletá é a maior prova disso. O sucesso do novo álbum dos Ghost aposta mais do que nunca na herança setentista, trazendo também aspectos do espetáculo ao vivo para a estética do álbum. O disco entende a sedução do exagero, criando canções memoráveis através de seus refrães enormes e deixando absolutamente qualquer um com vontade de ir a um show da banda depois de ouvi-lo.

29. Rochelle Jordan – Through the Wall
Para fãs de: Kelela, Jessie Ware, Janet Jackson
Elegante é talvez a melhor palavra para definir Through the Wall. Pulsante, o disco de Rochelle Jordan traz o melhor do R&B para as pistas, apostando em um brilho nocturno que tem como grande diferencial a sinceridade das composições, que impede tudo de virar só “uma vibe”. É graças a isso que o álbum também funciona no contexto mais íntimo, oferecendo uma opção madura de Pop/R&B de primeira qualidade.

28. Scowl – Are We All Angels
Para fãs de: GEL, Turnstile, Hole
Are We All Angels coloca os Scowl num ponto interessante. O álbum é agressivo o suficiente para satisfazer quem quer pancada, mas ao mesmo tempo é melódico o suficiente para capturar quem procura refrão. A banda parece entender que crescer não é “amaciar”, e sim ampliar vocabulário – por isso, as músicas flertam com uma pegada um pouco mais Alt Rock e até Pop, mas sem abrir mão de riffs afiados e cheios de energia que vão agradar os fãs mais tradicionais de Punk e Hardcore.

27. Bartees Strange – Horror
Para fãs de: Alabama Shakes, Bon Iver, TV On the Radio
Desde que surgiram, Bartees Strange são uma das revelações mais curiosas da música internacional. É extremamente difícil encontrar um encaixe para suas composições – afinal, elas vão para tantas direções diferentes, do Rock ao Soul, do Rap à música eletrônica, do Folk ao Pop. Horror condensa tudo isso num disco intenso, cheio de dinâmica (como na excelente “Sober”) para acompanhar a oscilação do próprio artista, que não esconde sua constante construção em letras confessionais que ajudam a compor a obra.

26. Smerz – Big city life
Para fãs de: Haim, Erika de Casier, Oklou
Big city life não é um disco para qualquer um. O álbum é uma ode à pós-modernidade, brincando com as fronteiras do Pop, e o título ilustra muito bem o que se pode esperar: uma estética minimalista, arrojada e inquieta, bem como uma cidade grande à noite. A soma de elementos muitas vezes bastante crus cria uma inquietude que também provoca o ouvinte, fugindo de refrões óbvios e apostando mais em ruídos pontuais, sintetizadores cheios de detalhes e texturas criadas através da repetitividade.

25. La Dispute – No One Was Driving the Car
Para fãs de: Touché Amoré, Brand New, Tigers Jaw
Não é exagero dizer que, quase duas décadas depois da sua estreia, os La Dispute encontraram o seu auge em No One Was Driving the Car. Feliz ou infelizmente, a banda tem uma estética extremamente reconhecível – aqui, no entanto, eles finalmente pareceram encontrar uma nova carga emocional que reconecta até mesmo com ouvintes do passado que haviam deixado o grupo de lado. O estilo tradicional está presente, com os vocais falados em cima de melodias Emo, mas a sonoridade está mais detalhada e lapidada do que nunca. Obra-prima!

24. Architects – The Sky, The Earth & All Between
Para fãs de: Parkway Drive, While She Sleeps, Bring Me the Horizon
Um dos grandes nomes do Metal nos últimos anos, os britânicos Architects voltaram com um disco que tem tudo para ser um dos melhores da carreira. The Sky, The Earth & All Between faz um trabalho espetacular para equilibrar a essência pesada da banda com novas experimentações sonoras, incluindo algumas das mais impressionantes performances vocais de Sam Carter.

23. Wet Leg – moisturizer
Para fãs de: Wolf Alice, The Breeders, Courtney Barnett
Depois de surgir como um fenómeno da cena, os Wet Leg voltam mais maduros e, curiosamente, mais irreverentes ainda. moisturizer é afiado de todas as maneiras possíveis, mantendo o humor que fez a banda conquistar uma legião de fãs, mas agora apresentando ainda mais substância nas composições. Os riffs são mais confiantes, as mensagens das letras são mais directas e, assim, nasce um disco que consegue falar de assuntos desconfortáveis de maneira sarcástica, mas não cínica.

22. ROSALÍA – LUX
Para fãs de: Arca, Björk, FKA twigs
LUX é, sem dúvidas, o disco mais ousado do ano. Épico e multilíngue, o novo trabalho de ROSALÍA mostra um enorme desprendimento de qualquer ligação com seu sucesso passado, apostando em uma sonoridade grandiosa que parece transformar cada faixa em uma obra arquitetônica. Tradição e futurismo encontram-se num trabalho extremamente competente, que coloca a cantora num patamar único no que diz respeito a técnica e, ainda que não tenha aquele “fator replay” tão forte, se destaca pela sinceridade e coragem em experimentar.

21. Lady Gaga – Mayhem
Para fãs de: Madonna, Kylie Minogue, Rina Sawayama
Depois de alguns anos seguindo caminhos tão diferentes, Lady Gaga voltou ao que faz de melhor. Mayhem tem em “Abracadabra” um hino tão potente quanto qualquer um do auge da carreira da cantora, mas também abraça a experimentação influenciada por nomes como Nine Inch Nails e David Bowie, com várias faixas servindo como homenagem à influência do Rock na sua carreira e celebrando a forma como ela consegue transformar tudo isso num Pop irresistível. É um disco exagerado, no melhor sentido possível, que funciona para quem procura hits e para quem procura algo novo – basta ouvir com atenção.